quarta-feira, 3 de setembro de 2008

O heroi ou o vilão que eu seria

Encontrei este site: www.thesuperheroquiz.com e descobri que se eu fosse um vilão ou um herói de banda desenhada seria os seguintes:

Your results:
You are Apocalypse


































Apocalypse
66%
Magneto
64%
Dr. Doom
61%
The Joker
60%
Green Goblin
57%
Lex Luthor
55%
Mystique
53%
Riddler
53%
Catwoman
48%
Dark Phoenix
45%
Two-Face
45%
Mr. Freeze
44%
Juggernaut
41%
Venom
40%
Kingpin
37%
Poison Ivy
31%
You believe in survival of the fittest and you believe that you are the fittest.


Click here to take the Super Villain Personality Test



Your results:
You are Hulk
























Hulk
85%
Green Lantern
70%
Catwoman
65%
Iron Man
60%
Superman
50%
Spider-Man
50%
Batman
50%
The Flash
50%
Robin
47%
Supergirl
38%
Wonder Woman
38%
You are a wanderer with
amazing strength.


Click here to take the Superhero Personality Test



Penso que dava melhor vilão que herói.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Saber que se pode estar errado.



I might be wrong
I might be wrong
I could've sworn I saw a light coming on

I used to think
I used to think
There was no future left at all
I used to think

Open up, begin again
Let's go down the waterfall
Think about the good times and never the bad
Never the bad

What would I do?
What would I do?
If I did not have you

Open up and let me in
Let's go down the waterfall
Have ourselves a good time, it's nothing at all
It's nothing at all
Nothing at all

Never look back
Never look back

sábado, 19 de abril de 2008

...

"Os analfabetos do próximo século não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que se recusam a aprender, reaprender e voltar a aprender." (Alvin Toffler)

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Na vanguarda da descoberta...

Sou um idiota ingénuo como não existe outro.

sábado, 5 de abril de 2008

Nude Re/mix

Nunca tivemos de duvidar da genialidade dos Radiohead, e eis aqui mais uma mostra dessa mesma genialidade.

Na promoção do seu último e excelente trabalho, lançam um recto à genialidade musical que existe por esse mundo fora, propondo uma remix da música Nude a todos aqueles que se achem capazes de tal empreendimento.

http://www.radioheadremix.com/

Apresento aqui então, aquela que até agora tem sido a mais votada pelo público, a qual se encontra aqui localizada:

http://www.holyfuckmusic.com/

terça-feira, 1 de abril de 2008

Paranóia

(Chamemos-lhe Jorge)
O Jorge é um jovem aparentemente normal no entanto extremamente paranóico, todavia, tal paranóia não era flagrante, pois sendo ao mesmo tempo muito reservado, e, como ele próprio se definia, muito difícil de compreender, a grande maioria das pessoas tomavam-no como tímido mas muito profundo.

Era um jovem com uma vida comum à grande parte da juventude portuguesa. Estudante, com gosto pelos seus estudos, dependente dos seus pais economicamente, uma namorada de quem ele gostava imenso...nada de mais, um jovem mediano cheio de esperanças nos seus objectivos para a vida na sua generalidade, no entanto (e tal como já foi dito) paranóico.

Sendo muito reservado, era muito difícil saber o que ia pela cabeça dele, mas como isto é um texto narrativo (ou pelo menos pretendido como tal) podemos fazer uma viagem até aos pensamentos de Jorge.

Enquanto se encontrava sentado num pequeno café, lendo algum dos livros que eram de seu interesse, Jorge decidiu fazer uma pausa na sua leitura para dar um golo na sua imperial e desfrutar um pouco com os seus pensamentos.

Deu por si a pensar no seu estatuto no universo, como a todos acontece mas são poucos os que o admitem ou que se debatem nele realmente. Sendo Jorge paranóico era óbvio que julgava que o seu estatuto no universo centralizava-se na maior importância, mesmo maior do que a de Deus, visto ele entender Deus como o ser supremo que o criou e a todo o restante universo em função dele, e sendo ele a criação suprema de Deus e o plano para o qual todo o universo funciona, era de entender que Deus só existia na medida em que o seu destino era feito em função da sua criação, ou seja, em função de Jorge.

Mas, não entendamos isto desde já como uma megalomania pela parte de Jorge, pois, tal como eu disse anteriormente, Jorge era paranóico, não megalómano...
Adentremos-nos um pouco mais na sua mente...

Tendo nós já entendido a forma da compreensão da posição de Jorge no universo, entremos agora então no que nomeadamente consistem a matéria dos seus pensamentos aquando desta pausa no café.

"Sendo que eu preferi um caminho mais virado para os saberes espirituais, este está de acordo com o meu plano existencial, a não ser que, eles -Chamemos-lhes assim - quisessem que eu assim o fizesse de forma a angustiar-me a minha verdadeira contribuição para o mundo, mas como posso eu saber? não tive uma verdadeira escolha face ao meu futuro, é este o jogo deles, e é isto o que os demais entendem como vida, portanto, deve ser assim para toda a gente, deve ser esta a forma como toda a gente entende a sua vida, como uma aceitação das consequências da escolha.

Mas, no entanto eles podem estar envolvidos num complot para me deitar abaixo, e não posso confiar em ninguém. Mas pensando melhor, como posso e saber que não posso confiar em ninguém, é que, se é um complot, nada do que eu sei ou aprendi acerca do mundo é certo, toda a gente me induziu em erro...a capa deste livro não é vermelha, é de outra cor, se é que se chama cor...

Não, isto não pode ser, eu sou realmente doido...então como era possível, que faria de mim alguém tão importante, que todo o mundo que eu conheço não seria senão uma farsa, que estupidez a minha, como posso ser tão egoísta, levar as coisas a este ponto, que horror, que estupidez...

Ou será que eles querem que eu pense assim?

Hummm...de qualquer das formas tenho de ter isto sempre em mente, é mais prudente."


(Continua)...

segunda-feira, 31 de março de 2008

Sartre.

"Um homem embrenha-se na sua vida, desenha o seu retrato, e para lá desse retrato não há nada."

O existencialismo é um humanismo

Sartre, Jean Paul

quinta-feira, 27 de março de 2008

Guerra

Wolf at the door



Drag him out your window
Dragging out the dead
Singing I miss you
Snakes and ladders flip the lid
Out pops the cracker
Smacks you in the head
Knifes you in the neck
Kicks you in the teeth
Steel toe caps
Takes all your credit cards
Get up get the gunge
Get the eggs
Get the flan in the face
The flan in the face
The flan in the face
Dance you fucker dance you fucker
Don't you dare
Don't you dare
Don't you flan in the face
Take it with the love its given
Take it with a pinch of salt
Take it to the taxman
Let me back
Let me back
I promise to be good
Don't look in the mirror at the face you don't recognize
Help me, call the doctor, put me inside
Put me inside
Put me inside
Put me inside
Put me inside

I keep the wolf from the door
But he calls me up
Calls me on the phone
Tells me all the ways that he's gonna mess me up
Steal all my children if I don't pay the ransom
And I'll never see them again if I squeal to the cops. . . .

Walking like giant cranes
And with my X-ray eyes I strip you naked
in a tight little world
and are you on the list?
Stepford wives who are we to complain?
Investments and dealers
Investments and dealers
Cold wives and mistresses
Cold wives and Sunday papers
City boys in First Class don't know we're born little
Someone else is gonna come and clean it up
Born and raised for the job
Someone always does
I wish you'd get up get over
get up, get over and turn your tape off

I keep the wolf from the door
But he calls me up
Calls me on the phone
Tells me all the ways that he's gonna mess me up
Steal all my children if I don't pay the ransom
And I'll never see them again if I squeal to the cops

So I just go ooh ooh ooh ooh

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Telos

Que vamos fazer?
Vamos criar intelectuais para pensar o hoje e o amanhã!

Não! Não, vamos criar cães obedientes daquilo que lhes ensinarmos e lhes dermos a entender!

E porque não algo entre os dois?

Sim, algo que possua a liberdade sobre forma ilusória e seja escravo do que apenas lhe foi permitido conhecer sobre esta nossa forma de dádiva.

Será uma esplêndida criação, estes homens que julgar-se-ao possuidores de um privilégio que os ilude com tanta convicção.

Assim será o nosso homem, e assim será a nossa telos-sofia,
criaremos os frustrados e eles por isso nos irão agradecer...

Como é bom ser ciente e ter algum poder, tal como ver com a possibilidade de observar...

Dar-lhes-emos a frustração, como ela é bela e sinistra, em primeiro lugar a ilusão de algo conseguir, fortalecida com dádivas e elogios, no final a tristeza alcançada individualmente por cada um dos nossos cães...

Como é bom ser ciente e ter algum poder, tal como ver com a possibilidade de observar...

A longo prazo...
Sim, a longo prazo...

e-Filosofia em português

www.lusosofia.net

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

“Quando as classes dominantes temem a massa, os seus membros não partilham a sua visão da realidade com os restantes membros da sociedade”

Harold D. Lasswell